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Painting is silent poetry, and poetry is painting that speaks. Simonides

Orlando Teruz - Rogério Teruz and Luciana Teruz - 3 Generations of Brazilian Painters






3 Generations of  Brazilian Painters - Orlando Teruz , Rogério Teruz and Luciana Teruz







Orlando Teruz




























Orlando Rabello Teruz (Rio de Janeiro, 18 de agosto de 1902 — Rio de Janeiro, 17 de agosto de 1984) foi um pintor e professor brasileiro.
É pai dos artistas plásticos Rogério e Alexandre Teruz, e avô da artista plástica Luciana Teruz.
Estudou na Escola Nacional de Belas Artes entre 1920 e 1923, com João Batista da Costa e Rodolfo Chambelland. Em 1934 recebeu o prêmio de viagem ao estrangeiro, mas por problemas burocráticos só foi usufruí-lo em 1939. Viajou para França, Holanda e Itália, mas foi obrigado a retornar ao Brasil devido à deflagração da segunda guerra mundial.
Em meados de 1950 foi professor de pintura no Instituto de Belas Artes da Guanabara. Na década de 1970, iniciou com a família a formação de seu museu particular, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Realizou diversas exposições individuais, no Brasil e no exterior, e participou da 1ª e 2ª Bienais Internacionais de São Paulo, em 1951 e 1953.
Postumamente, suas obras participam do evento Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal, em 1984.













Rogério Teruz


1984
Recebeu da Câmara do Rio de Janeiro um "Voto de Congratulações", em reconhecimento à qualidade de sua arte (16 de maio).
1996
Exposição Batik 25 Anos, Miami, Flórida, EUA (de 13 de dezembro a 4 de janeiro de 97) - prêmio "O Melhor da Mostra"
Exposição Cultural Olympiad, Miami, Flórida, EUA (12 a 31 de julho) - recebeu o 1o prêmio
1997
Exposição "Festival da Herança Hispânica", Miami, Flórida, EUA (de 10 de outubro a 8 de novembro) - recebeu menção honrosa
1998
Exposição "As Américas", Coral Gables, Flórida, EUA (de 6 a 28 de fevereiro) - recebeu menção honrosa



















Luciana Teruz

A pintora Luciana Teruz nasceu no Rio de Janeiro em 1961 e desde menina se viu cercada pelo verde da Floresta da Tijuca, com suas árvores, fauna, sons e cores. Esse amor pela natureza, presente desde cedo em sua vida, mais tarde seria projetado no universo de sua arte.

Terceira geração de uma família de artistas plásticos, Luciana cresceu no meio de telas e cavaletes, misturando tintas e mexendo com espátulas e pincéis. Foi no atelier do avô Orlando Teruz, juntamente com seu pai Rogério Teruz, que ela começou a preparar e restaurar telas. Essa primeira experiência prática foi fundamental para o aprimoramento de sua técnica.

O universo da mulher, a criança e os elementos da natureza com toda a sua diversidade são temas constantes na obra da pintora, que desenvolveu uma linguagem própria centrada na figura humana. Em suas telas a óleo, a valorização da composição, o equilíbrio das cores intensas e vibrantes, a transparência e a luminosidade de seus tons evidenciam que sensibilidade e técnica apurada podem caminhar juntas.

Além de seu trabalho como artista plástica, Luciana dedicou-se a outras atividades como a fotografia, projetos gráficos e a administração do Museu Teruz e da Escola de Arte Teruz. Como profunda conhecedora da arte de Orlando Teruz, mantém até hoje um trabalho de preservação, restauração e catalogação da obra de um dos maiores pintores brasileiros.

Tendo passado uma temporada nos EUA e participado de exposições no Brasil e no exterior, Luciana Teruz vem consolidando sua linguagem artística e mostrando um trabalho amadurecido cada vez mais respeitado no âmbito das artes plásticas.



Tendo integrado representações de artistas brasileiros em várias coletivas realizadas fora do país (Londres, 1944; Buenos Aires e Montevidéu, 1945, Vaticano, 1958, etc.), realizou também inúmeras individuais em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza.



Sua obra demonstra constância e estilo definido durante toda a carreira, facilmente reconhecível por sua técnica e em sua temática, que preferiu aprofundar a variar. Seus temas normalmente são populares, pintando a favela, cidades do interior, passistas de frevos e jovens moças de uma sensualidade que é marcante na obra de Orlando Teruz.









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