For more extensive artist's bio, articles and list of exhibitions, visit artist(s) website(s). Many of the images displayed on this site are copyrighted, and are used here only for purposes of education or critical review. All rights are reserved by the artists who created the works referenced herein.

Painting is silent poetry, and poetry is painting that speaks. Simonides

Showing posts with label Di Cavalcanti. Show all posts
Showing posts with label Di Cavalcanti. Show all posts

Edi Cavalcanti - Emiliano Di Cavalcanti



Edi Cavalcanti - Emiliano Di Cavalcanti


"Moço continuarei até a morte porque, além dos bens que obtenho com minha imaginação, nada mais ambiciono."



Edi Cavalcanti





Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque Melo (September 6, 1897–October 26, 1976), known as Di Cavalcanti, was a Brazilian painter who sought to produce a form of Brazilian art free of any noticeable European influences. His wife was the painter Noêmia Mourão, who would be an inspiration in his works in the later 1930s.

Di Cavalcanti was obviously obsessed with the female body, since very many representations are to be found within the works he produced. The street scenes depicted by Cavalcanti are cheerful, characterized by a palette of bright colors and the depictions of everyday life in a normal, non-romanticized way. They evoke no strong political undercurrent, as do the works of such Mexican muralists of the 1930s and ‘40s as Diego Rivera and David Siqueiros. The works produced by these artists were part of the revolutionary movement in opposition of the new revolutionary government who came to power in Mexico. Di Cavalcanti on the other hand refrained from overt political representations, although he himself was in a pursuit of perfecting a pure Brazilian art which had a clear break with European influences.

He tried through the creation of the Semana de Arte in 1922 and the Bienals in 1951 and 1953 to push for a true Brazilian art which was to be seen as separated from European stylistic influences. This was a dream and philosophy which can be seen as an ideal for Di Cavalcanti which was never found as one can see stylistic influences from the Italian Renaissance, Muralism, and the European Modernists.

quote













Di Cavalcanti era um intelectual bem informado sobre as vanguardas modernistas do seu tempo, interessado não só por artes plásticas, mas por outras áreas também. Por isso mesmo, em 1921, o artista fora convidado a ilustrar o livro “Balada do Cárcere de Reading”, de Oscar Wilde, um dos mais significativos escritores contemporâneos.

Em 1923, Di Cavalcanti realiza viagem a Paris, freqüentando o ambiente intelectual e boêmio da época e convivendo com Picasso e Braque, entre outros, numa relação de admiração mútua. Sua experiência do contato com o cubismo, expressionismo e outras correntes artísticas inovadoras, conjugadas à consciência da sua posição de artista brasileiro, concorreram para aumentar a sua convicção no propósito de ousar e destruir velhas barreiras, colocando a arte brasileira em compasso com o que
acontecia no mundo.

Di Cavalcanti sabia estar no caminho certo esteticamente e a viagem a Paris só reforçou as suas certezas. Entretanto, o ambiente do pintor não era o dos boulevares de Paris: Di Cavalcanti estava impregnado dos trópicos, de uma atmosfera sensual e quente.

À sua ousadia estética e perícia técnica, marcada pela definição dos volumes, pela riqueza das cores, pela luminosidade, vem somar-se a exploração de temas ligados ao seu cotidiano, que ele percebia com vitalidade e entusiasmo. A profunda inclinação aos prazeres da carne e a vida notívaga influenciaram sobremaneira sua obra: o Brasil das telas de Di Cavalcanti é carregado de lirismo, revelando símbolos de uma brasilidade personificada em mulatas que observam a vida passar, moças sensuais, foliões e pescadores. A sensualidade é imanente à obra do pintor e os prostíbulos são uma de suas marcas temáticas, assim como o carnaval e a festa, como se o cotidiano fosse um permanente deleitar-se. A originalidade de uma cultura constituída por um caldo de referências indígenas, européias e africanas, de forma contraditória e única, transparece em suas telas através de uma luminosidade ímpar.

Marcada pela evolução constante em direção a uma técnica cada vez mais acurada, a obra de Di Cavalcanti pode ser situada numa tradição interpretativa do Brasil. Hoje, o pintor é um dos mais populares artistas brasileiros, alcançando enorme prestígio também no exterior: suas obras são disputadíssimas nos leilões internacionais, imprescindíveis a todas as coleções latino-americanas. A pintura de Di Cavalcanti representa toda uma imagem do país no mundo afora, ressaltando a sua exuberância natural e humana: é indiscutivelmente figura chave da arte brasileira. Todo o seu entendimento tem passagem obrigatória por Di Cavalcanti.

quote



















Followers

Blog Archive

Labels

Related Posts with Thumbnails